Encravar os olhos num ponto morto e lá os deixar crivados.
E porque nem sempre é fácil a revelação pessoal brotar dum pulo de língua ou dos saltitos de dedos destros . O ser feito novelo que se desenrola com desvelo . Toma-se-lhe a ponta . Desfia-se . Recriemos
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Conversas daquelas de pontas múltiplas, caídas no guarda-chuva virado ao contrário.
30 Outubro 2006
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